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Abertura da exposição “A Colagem Expandida” na Bienal de Curitiba

No último dia 30 de setembro, o Museu Municipal de Arte de Curitiba (MuMA), recebeu a abertura da exposição  A Colagem Expandida – CCC na Bienal de Curitiba, que apresenta o trabalho de 15 artistas que discutem as possibilidades da colagem como elemento aglutinador. Com curadoria do Clube da Colagem de Curitiba (Amorin, Bonju Coelho, Catenzaro, Cintia Ribas e Mario de Alencar), a mostra é um recorte da Bienal de Curitiba, apresentando obras de Adriana Tabalipa, Adriano Catenzaro, Amorim, Beatriz Oliveira e Marcos Hadlich, Bomju Coelho, Cintia Ribas, Eliane Prolik, Fabio Noronha, Guita Soifer, Manuela Eichner, Marcelo Romero, Mário de Alencar, Rafael Schwab, Pierre Lapalu e
Vantees. A abertura contou ainda com as performances de Cintia Ribas, Mariana Barros e Hugo Miyamura; da Adriana Tabalipa e Coletivo S.T.A.R. e da Bomju Coelho. Confira as fotos do evento pelas lentes de Henrique Thoms da Irmãos Thoms.

Adriana Tabalipa

Adriano Catenzaro

Amorim

Beatriz Oliveira e Marcos Hadlich

Bomju Coelho

Cintia Ribas

Eliane Prolik

Fabio Noronha

Guita Soifer

Manuela Eichner

Marcelo Romero

Mário de Alencar

Rafael Schwab

Pierre Lapalu

Vantees

Performance de Cintia Ribas, Mariana Barros e Hugo Miyamura

Performance de Adriana Tabalipa e Coletivo S.T.A.R.

Performance de Bomju Coelho

A exposição segue até 25 de fevereiro de 2018.

Da esquerda para a direita Mário de Alencar, Adriano Catenzaro, Manuela Eichner, Fabio Noronha, Hugo Miyamura, Mariana Barros, Adriana Tabalipa, Coletivo S.T.A.R., Vantees, Guita Soifer, Marcos Hadlich, Beatriz Oliveira e Eliane Prolik. À frente Amorim, Bomju Coelho, Marcelo Romero, Cintia Ribas e Pierre Lapalu.

Serviço:
 A COLAGEM EXPANDIDA – CCC NA BIENAL DE CURITIBA
Visitação: Até 25 de fevereiro de 2018, de terça a domingo das 10h às 19h
Onde: MUMA – Museu Municipal de Arte / Portão Cultural – Sala Célia Lazzarotto (Av. República Argentina 3.430 – Em frente ao terminal do Portão  – Curitiba-PR)
Entrada Gratuita

Bienal de Curitiba

A partir do próximo dia 30 de setembro Curitiba será tomada pela arte. É a Bienal de Curitiba espalhando o trabalho de diversos artistas por museus e centros culturais da cidade. Sob o título “Antípodas – Diverso e Reverso”, esta edição homenageia a China, trazendo ao alcance dos curitibanos centenas de obras, espalhadas por mais de 100 espaços.

O Clube da Colagem de Curitiba (Amorin, Bonju Coelho, Catenzaro, Cintia Ribas e Mario de Alencar), foi convidado pela Bienal para fazer a curadoria de um recorte da mostra, apresentando trabalhos de artistas que, de alguma forma, estejam em diálogo com a colagem.

Intitulada A Colagem Expandida – CCC na Bienal de Curitiba, a exposição apresenta o trabalho de 15 artistas convidados a investigar, discutir e suscitar possibilidades da colagem como elemento aglutinador de linguagens, buscando expandir os limites de campo,  propondo uma arte pertinente ao nosso tempo.

Os artistas participantes desta mostra são:

Adriana Tabalipa, 1972. Nascida em Curitiba e radicada no Rio de Janeiro vive e trabalha atualmente entre estas duas cidades. Artista visual, performer, gravadora, pintora, desenhista e livre pensadora. Iniciou sua trajetória no final dos anos 80. Participou de inúmeras mostras coletivas e individuais, nacionais e internacionais. Entre elas The End Factory Project, Fundacion Valenzuela Y Klenner, Bogotá, Colômbia. O objeto: anos 60/90 cotidiano,arte, Instituto Cultural Itaú , São Paulo SP e MAM -RJ. Layers of Brazilian Art, Faulconer Gallery, Grinnell,Iowa, USA. Palmo quadrado, Museum of Latin American Art, Long Beach, Califórnia,USA. Arte Brasileno de Hoy, Sala de Armas, Ciudadela.Pamplona, Espanha. Arte Jovem del Brazil, Galeria Rafael Ortiz, Sevilla, Espanha. Colheu diversos prêmios e tem seu trabalho representado em importantes coleções públicas e privadas. Como a de Gilberto Chateaubriand no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Uma de suas mais recentes individuais ” The End Factory Project” teve curadoria do curador Colombiano Santiago Rueda e itinerou por várias capitais. Seus trabalhos revelam objetos e lugares cotidianos com referência direta na relação entre eles e o corpo humano bem como a energia existente nestas relações.Funda em 2012 com o artista e cineasta Roderick Steel o coletivo S.T.A.R no qual vem desenvolvendo trabalhos de performance-rito e filmes experimentais junto com outros integrantes e artistas convidados participando de mostras e festivais.

Amorim é um artista visual, colagista, designer gráfico e videoartista que trabalha com técnicas de colagem em mídias analógicas e digitais. Seu trabalho pesquisa questões de gênero, sexualidade e cultura queer, utilizando da colagem como ferramenta de desconstrução de padrões heteronormativos. Começou sua carreira como designer gráfico, formando-se pela PUC-PR em 2010, mas logo emergiu como artista. É idealizador e cofundador do Clube da Colagem de Curitiba, coletivo de artistas e curadores que promove exposições e outras ações acerca da linguagem da colagem na região. Nasceu em 1989, em Paranaguá, mas atualmente vive e trabalha em Curitiba.

Beatriz Oliveira e Marcos Hadlich. Marcos Hadlich é natural de Ponta Grossa-PR, nasceu em 1986 e atualmente reside em Curitiba-PR. Desenvolve trabalhos na área de fotografia, cinema e artes digitais. Beatriz Oliveira nasceu em Avaré-SP em 1993 e residindo hoje em Curitiba-PR, é estudante de Antropologia e Arqueologia na UFPR. Juntos são realizadores do Les Éditions Filmees, projeto de criação de colagens utilizando técnicas de ampliação em laboratório fotográfico, à partir de imagens de antigos slides didáticos franceses.

Juliana Coelho (Bomju Coelho) é artista e designer gráfica e sua produção inclui colagem, fotografia, videoarte, performance, estamparia, materiais gráficos e música. Mineira de Passa Quatro (1991) reside em Curitiba há nove anos onde veio cursar Design Gráfico na UFPR (2013). Com extensa produção em autorretratos a artista pesquisa movimento manipulando fotografias ora em imagens estáticas ora acontecendo no tempo, onde observa-se um pensamento cromático e coreográfico. Participou do programa 20MINUTOS.MOV como residente bolsita (2017). É cofundadora do Clube da Colagem de Curitiba e atua junto ao coletivo de artistas promovendo ações acerca da linguagem da colagem na cena local.

Adriano Catenzaro nasceu em 1979, em Curitiba, Brasil, onde vive e trabalha. Formado em design gráfico e de embalagens, produz obras que combinam técnicas de colagem com linguagens visuais, criando um improvisado mundo lúdico, no qual desenvolve intuitivamente uma variedade de ideias. Selecionado para a 2º Mostra Bienal Caixa de Novos Artistas, 5º Salão de Outono da América Latina e 24º Salão Curitibano de Artes Visuais, Catenzaro também foi premiado no IV Prêmio a la Ilustración Latinoamericana Diseño en Palermo. Trabalhando em paralelo com o seu estúdio, desde 2016 é co-
fundador do Clube da Colagem de Curitiba, que desenvolve ações diretas à prática da colagem na região.

Cintia Ribas: Artista Multimídia. Nascida em 1979. Vive e trabalha em Curitiba, Paraná, Brasil. Formação Acadêmica: Bacharel em Pintura e Especialização em Poéticas Visuais, ambas pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. A pesquisa é experimental e atravessa práticas variadas entre fotomontagem, taxidermia, instalação, arte meio-ambiente e arte-clínica. Artista representada pela Boiler Galeria de Arte Contemporânea. Co-fundadora do Clube da Colagem de Curitiba – coletivo agenciado por 5 artistas locais eclodindo ações diretas à prática da colagem e da apropriação de imagens no sistema das Artes Visuais. Em Residência Artística 2017 promovida por Fabio Noronha.

Eliane Prolik, Curitiba (1960). Graduada em Pintura (1981) e com especialização em História da Arte do Século XX (2000) pela EMBAP-Pr. Integrou os coletivos Bicicleta, Moto Contínuo e Escultura Pública. Participou das exposições: Bienal de Curitiba (2015); 25ª e 19ª Bienal de São Paulo (2002 e 1987); I Bienal do Mercosul, RS (1997); Bienal Brasil Século XX, FBSP (1994); Panorama da Arte Brasileira, MAM-SP (1995 e 1991); A Cor do Brasil, MAR-RJ (2016); Arr, Espaço Cultural BRDE, PR (2015); O Estado da Arte e PR/BR, MON, Curitiba (2010 e 2013); O Espaço Aberto, Caixa Cultural, Brasília (2011). Exposições individuais: Pra Que e Projeto Octógono, Pinacoteca do Estado SP (2017 e 2004); Matéria do Mundo, MON (2014); Atravessamento, MuMA, Curitiba (2012); Sim Galeria (2011); Capulus, Centro Universitário Mariantonia, SP (2003).

Fabio Noronha (1970) Curitiba-Paraná. Artista plástico e, desde 1996, professor na Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR/EMBAP). Coordeno nesta instituição o Laboratório experimental de vídeo (L.EX.VIDEO). Tenho mestrado e doutorado em Artes Visuais – Poéticas Visuais – pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em Porto Alegre-RS (2005-2006 / 2009-2013); graduação em Pintura e pós-graduação em História da Arte do Século XX (1990-1993 / 2001-2002) pela UNESPAR/EMBAP. No final dos anos 90 passo a distribuir meus trabalhos em vídeo/áudio/etc. gratuitamente na Internet.

Guita Soifer é Artista Multimídia. Nasceu em Curitiba, onde vive e trabalha. A produção transita por práticas artísticas múltiplas entre apropriação, fotografia, pintura, escultura, gravura e vídeo-arte. Os objetos que Guita produz remontam tempos vividos, um reconhecimento, devaneios que dividem o mundo. Participou das exposições: 13° Exibição Internacional Independente de Kanagawa, no Japão em 1987, 1°Trienal de Gravadores no Japão em 1988, 1° Bienal Internacional de Assunção em 2015, Bienal de Cuba em 2015, Bienal de Literatura de Curitiba em 2016.

Manuela Eichner é artista visual formada em Escultura pela UFRGS/RS. Nasceu em Arroio do Tigre e atualmente vive em São Paulo. Múltipla, a sua produção abarca desde vídeos e performances até oficinas colaborativas, passando pelo desenvolvimento de estampas, peças de design gráfico, ilustrações e instalações. Participou do Projeto Rumos Itaú Cultural, da coletiva Utropic no CSW, na Polônia, da residência ZKU – Zentrum für Kunst und Urbanstik em Berlim, Alemanha e da residência Brooklyn Brush em Nova York, EUA. Suas colagens podem ser vistas em publicações como Folha de S. Paulo e Revista Tpm/Trip.

Marcelo Romero nasceu em 1985 em Sao Paulo, onde começou a atuar com com design gráfico e ilustração. Passou por agências de publicidade e posteriormente começou a fazer publicações independentes(zines). Depois se mudou para Curitiba e ajudou a criar espaço para artistas locais com vários eventos, e ajudou a fundar a Selva Press, gráfica de risografia. Já tem diversas publicações em Risografia feitas de forma independente, e atualmente varia sua expressão entre desenhos, colagens e bordados.

Mário de Alencar é um artista paranaense que trabalha com conceitos de Colagem em campo expandido. Versado em contracultura na tenra idade de vinte e poucos anos, e somente então recebendo sua educação artística formal pela Universidade Federal do Paraná, o artista produziu suportes visuais para uma geração de bandas e ativismos de cenas locais e nacionais, muito embora também tenha publicado em jornais como Gazeta do Povo e Folha de São Paulo. Herdeiro de tradições vanguardistas de fragmentação e não-linearidade de leitura, encontradas em encarnações contemporâneas através da decupagem de processos, Mário busca traduzir a linguagem da Colagem em técnicas diversas, da pintura em aquarela à gravura em metal. Nascido em 1978 em Campo Mourão, ele vive e trabalha em Curitiba.

Pierre Lapalu é artista visual, nascido em Curitiba / PR, onde vive e trabalha. Durante seu processo artístico, Pierre trabalha com apropriações, ficcionalizações, processos criativo e questões institucionais, através de desenhos, fotografias e arte digital. Formado em Bacharelado em Gravura pela EMBAP, foi contemplado da Bolsa Produção IV em 2010, pela Fundação Cultural de Curitiba e fez parte da Bienal Internacional de Curitiba de 2013. Em 2014 recebeu o prêmio nacional no III Salão Xumucuís de Arte Digital em Belém/PA e entre 2015 e 2016 realizou a exposição itinerante “A Sociedade Cavalieri” pela Caixa Cultural.

Rafael Schwab. Nascido em Ponta Grossa, radicado em Curitiba, e posteriormente retornado a Ponta Grossa, onde atualmente reside e trabalha, o artista de 33 anos é renomado pelo seu envolvimento com a música independente. Criador, compositor, e músico em grupos como: Política & Purpurina, Jesus Mongolóide, Garrancho em Lápide, O Messias por Ele Mesmo, Pai de Todos, Hara Michuerbak, Músculo do Amor, Holerites, entre outras. Fundador do coletivo individual Anônimo Unânime; identidade pública de cunho provocador, destinado à reverberação cultural de ordem aleatória, sem qualquer parâmetro reconhecível.

Estevan Reder (Vantees), Jardim Alegre, PR | Brasil ,1989. Artista visual com extensa produção fotográfica. Graduado em Comunicação Social. Expõe seu trabalho através de intervenções urbanas. Atualmente reside em Curitiba, PR | Brasil.

Na abertura da mostra serão apresentadas as performances de Bomju Coelho; Cintia Ribas, Mariana Barros e Hugo Miyamura; e Adriana Tabalipa e o Coletivo S.T.A.R.

Serviço:
 A COLAGEM EXPANDIDA – CCC NA BIENAL DE CURITIBA
Abertura:  30 de setembro, às 11h
Visitação: De  01 de outubro de 2017 a 25 de fevereiro de 2018, de terça a domingo das 10h às 19h
Onde: MUMA – Museu Municipal de Arte / Portão Cultural – Sala Célia Lazzarotto (Av. República Argentina 3.430 – Em frente ao terminal do Portão  – Curitiba-PR)
Entrada Gratuita